Qual a relação entre fake news, clipping e assessoria política?

o que pode e o que não pode!

O compartilhamento de fake news é um tema que tem sido debatido com frequência por profissionais da comunicação digital. Mas se esse assunto é tão importante para quem cuida da reputação de empresas, imagine para pessoas que atuam no cenário político.

Afinal, segundo o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai) da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 12 milhões de pessoas compartilham fake news relacionadas à política. Os dados são de 2017 e representam um alerta para assessores políticos.

Qual o impacto das fake news na assessoria política?
Quem trabalha com assessoria de imprensa política sabe que o trabalho com comunicação envolve o relacionamento com os públicos de interesse, a construção de laços de confiança e a manutenção da imagem do assessorado na imprensa.

A elaboração de releases digitais e a produção de conteúdo para redes sociais são formas de interagir com o público e engajar as pessoas. No entanto, se o meio digital trouxe novas possibilidades à assessoria de imprensa, também trouxe alguns problemas.

No meio digital, o compartilhamento de fake news é muito fácil. Afinal, mistura-se uma informação verídica com um boato. E se não fizermos fact checking, ou seja, a checagem dos fatos, o dado falso vai passar despercebido.

Após uma onda de fake news, principalmente no campo político, redes sociais (como o Facebook) e agências de fact checking (como a Lupa) têm trabalhado para conscientizar os usuários digitais e para evitar o compartilhamento dessas notícias falsas.

Afinal, uma notícia falsa pode representar uma crise de imagem para um assessorado político. E isso afeta o planejamento de comunicação e o desempenho na corrida eleitoral.

Não esqueça que, para construir relacionamentos sólidos com o público de interesse, é necessário tempo, um bom planejamento de comunicação e uma boa estratégia de media training.

No entanto, uma informação falsa compartilhada nas redes sociais pode significar um passo em falso que custa a reputação do assessorado. E não é isso que você deseja, não é mesmo?

Para executar uma assessoria de imprensa política de sucesso e evitar que as fake news causem impacto no desempenho do assessorado, é essencial lembrar de uma estratégia-chave da gestão de comunicação externa: o monitoramento de notícias.

Como monitorar notícias com efetividade na era das fake news
O monitoramento de notícias é um dos pilares da assessoria de imprensa. A estratégia permite que os profissionais da comunicação acompanhem os conteúdos jornalísticos que mencionam o cliente, a concorrência, as movimentações do cenário político, entre outras coisas.

Essa tarefa exige olhar atento e planejamento, a fim de ser possível estruturar um relatório completo para o assessorado. No entanto, na era das fake news, a ferramenta se tornou estratégica para evitar danos à reputação do cliente.

Monitorar notícias, em veículos tradicionais ou digitais, é uma ótima maneira de detectar informações falsas sobre seu cliente. Se manter informado e ter um bom planejamento de clipping é a forma mais efetiva para evitar passos em falso na assessoria política.

O clipping permite que você identifique quais são os veículos que compartilham boatos e quais são as informações que estão sendo disseminadas sobre seu cliente. Isso te dá uma base sólida para traçar um plano de contingência efetivo para o assessorado.

O grande ponto que devemos abordar é que, hoje, vivemos uma era de abundância de informações. Temos muitas fontes jornalísticas (e não-jornalísticas) para monitorar no meio digital. Isso sem falar nos veículos tradicionais de comunicação.

Monitorar esses conteúdos de forma manual, a partir de sites de busca, por exemplo, significa deixar o assessorado político suscetível ao compartilhamento de boatos. Clipping manual ou com ajuda de softwares gratuitos representa prejuízos à reputação do cliente – e o barato acaba saindo caro.

Software profissional de clipping de notícias
A estruturação de um clipping de notícias assertivo e a detecção de informações falsas andam lado a lado com ferramentas profissionais para monitoramento de mídias. Um exemplo é o Knewin Notícias.

Ferramentas profissionais para clipping garantem a automatização do monitoramento de veículos jornalísticos que mencionam o assessorado, ou que abordam concorrentes, partidos e cenário político do país.

Plataformas como o Knewin Notícias são desenvolvidas para melhorar a produtividade das assessorias de imprensa, tanto as que atuam com empresas privadas como as que atuam no cenário político.

A partir da pesquisa de palavras-chave estratégicas, você consulta (em segundos) milhares de veículos noticiosos que falam sobre seu cliente. Nisso, incluímos jornais impressos, televisivos, radiofônicos e fontes de informação digital.

Isso representa otimização em sua rotina, já que você não vai perder tempo procurando, de forma manual, o nome do assessorado nos sites de busca, e não vai precisar depender do envio das matérias em PDF pelos jornalistas.

Além de facilitar a pesquisa de conteúdos jornalísticos, a ferramenta profissional de monitoramento de mídias também ajuda na construção de relatórios de clipping. Isso tudo é essencial para evitar o compartilhamento de fake news sobre o assessorado no meio digital.

Ter um planejamento para clipping, contar com uma ferramenta para monitoramento de mídias e ficar de olho em todos os conteúdos que mencionam o seu cliente são formas efetivas de evitar que as informações falsas sejam disseminadas no meio digital.

Por fim, como comunicadores sociais, precisamos entender que notícias falsas representam deslizes na reputação de nossos clientes. E esse cenário é potencializado quando falamos de assessoria de imprensa política.